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5 mitos sobre o factoring

A atividade de factoring demorou a conquistar seu território e a confiança do mercado como uma sociedade de arrendamento mercantil. Depois de muito tempo, em 2013 foi finalmente incluído no Código Comercial (Capítulo VI, arts. 363 a 366 do novo Código Comercial – Projeto de Lei nº 1572), onde ganhou uma regulamentação jurídica que atendesse às necessidades da classe, assim como da sociedade. No entanto, até hoje há muito preconceito em torno do exercício dessa atividade. Selecionamos 8 mitos muito difundidos no mercado e que vão esclarecer de uma vez por todas as dúvidas de quem está dando os primeiros passos ou ainda não tem segurança para investir.

 

– FACTORING É AGIOTAGEM. Não. Mesmo sem uma lei própria, a atividade é amparada por legislações civis e outras pertinentes a títulos de crédito;

– TROCA CHEQUES DO PRÓPRIO EMITENTE. Não. O factoring se sustenta com a compra de ativos já existentes com vencimentos futuros, de terceiros;

– COBRA JUROS MAIS ALTOS QUE BANCO. Não. O factoring não atua com empréstimos, e por isso não há incidência de juros, e sim o fator de deságio;

– REALIZA EMPRÉSTIMOS. Não. O factoring não faz empréstimos e se limita à compra de recebíveis de empresas de micro, pequeno e médio porte;

– OBRIGA A CONTRATAÇÃO DE GARANTIAS ADICIONAIS. Não. Em factoring não existe a política de reciprocidade, como nos bancos. Dessa forma, o próprio título de crédito performado e isento de vícios de origem é tomado como garantia;

 

O factoring é uma nova vertente de arrendamento mercantil que pode beneficiar, e muito, o setor produtivo, promovendo oportunidades para abertura de novos negócios, o que impactaria efetiva e positivamente o cenário econômico do País.

 

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